A pequenez
mais uma vez
venceu a beleza
da “grandeza”.
Coisas gigantes
de certa forma constantes
que encontramos muito mais
que as pequenas coisas normais.
Mas pode notar
que eu primeiro lugar
notam-se os detalhes
de uma grande arte.
As cores, numa pintura,
o uniforme da ditadura,
as cordas num violão
e o título de uma canção.
Portanto, eu creio,
- levada por devaneios -,
que os detalhes saltam aos olhos
mesmo que sejam simplórios.
Dessa forma, admitamos,
que cometemos grave engano
quando pensamos que o maior
sobrepõe-se sobre o menor.
A pequenez,
mais uma vez,
venceu tudo que é grande
e constante.
Nenhum comentário:
Postar um comentário