quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Tão fria, tão gélida,

E então eu estava ali, fria. Gélida. Sinto que algo dentro de mim que não estava certo, não tão completo, quisá nem inteiro. Me direciono ao espelho mais próximo, desabotôo os botões da camisa e vejo o estrago, ali não mais habitava um coração. Agora um buraco vazio e negro tinha se criado. Uma estranha massa cinzenta sobre a minha cabeça... derepente chuva. Chuva? Lagrimas sofridas, de um amor intenso que agora concerteza! Agora sim, áh uma marca.

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