Compreender os humanos, de fato é um dom. Tenho a nítida visão da mente de alguns deles, quando dos seus rostos, vejo apenas um desfoque profundo, me impedindo de diferenciá-los.
Seus sonhos, esses me encantam, algumas vezes fica exposto em sua mente, a profundeza espetacular de seus sonhos – ah seus sonhos – Em um profundo suspiro me calo. Não entendo de sonhos, mas é como um prazeroso sentimento que reflito.
Andava na rua quando me deparei com um homem. Um adulto de fato. Jovem, porém de mente velha. Uma mágica e simples vida morre em sua mente. Um escritor, de fato. Ou um filósofo, quiçá. Morto. Renasceu de suas cinzas e espalha seu venenoso dom ao mundo. Mente alienada esta. Domada por uma caneta ou qualquer objeto que exerça o que ele quer provar.
Escritores são mentes brilhantes, loucas, destruídas pela sua própria loucura. Capazes de sonhar e voar. Capazes de viver em sua alma morta.
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