Lava!
Meu interior conturbado no teatro da loucura.
Quando sinto a extremidade do teu olhar invadir minha pele,
Tira-me vestígios de traços.
Daquilo, que me seqüela e que me enlaça, enlaça...Amor!
Matá-lo para que se é apenas em mim que ele vive.
E quando estiver no ponto do teu gatilho.
Eu, o tempo implorando, tu diz:
Que deves morrer de uma morte induzida.
Calando-me, de vez...
Lágrimas!
Eu tenho feito isso mais nada adiantou.
O silêncio dos soluços inundou as almofadas,
Eu tentei...
Eu tentei, e tenho o coração congelado na neblina conflitante.
E queima!
Queima no momento em que me dá origem a tua graça.
O mundo tem mais cor quando me abraças.
Não há nada mais triste, não há nada tão grave.
Pois tenho,
O teu corpo,
como poço de ilusões de minhas mágoas.
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