Não se sabia da onde ela tirava toda aquela força, toda aquela vontade de viver, mesmo com os problemas que os outros não saberiam lidar, ela continuava a limpar lágrimas alheias ao invés de derramar as suas, continuava a sorrir como se fosse uma pintura emoldurada na parede, o sorriso não saia do seu rosto, mesmo molhado pela chuva, mesmo rasgado por fúria, mesmo esquecido em uma caixa, o sorriso estava ali, permanente.
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